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28/01/2010
Projeto Texbrasil quer exportar US$ 572 milhões em 2010
Durante o São Paulo Fashion Week, semana de moda que aconteceu recentemente na capital paulista, foi apresentado aos participantes do evento o Projeto Texbrasil - Programa Estratégico da Cadeia Têxtil Brasileira – promovido pela Apex - Brasil, Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos e ABIT, Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção.

Para este ano, o Programa tem com o meta exportar US$ 572 milhões e envolver 1.174 empresas brasileiras.
O programa, criado em 2000, tem o objetivo de preparar as empresas brasileiras para competir no mercado internacional. Para isso, a Apex-Brasil e a ABIT investem na capacitação das empresas promovendo participações em feiras internacionais, divulgação e consolidação da imagem da moda brasileira e ações de promoção comercial.

O interesse internacional pela moda brasileira tem crescido com a nova inserção do Brasil no mercado internacional e atualmente, no ranking mundial, o país ocupa o segundo lugar na produção de tecido índigo (jeans), o terceiro nos tecidos de malha e o sexto em artigos têxteis e de vestuário, entre outros.

Nos últimos oito anos, no mercado da moda, as empresas participantes do programa Texbrasil ampliaram suas exportações em 27%. Juntas, elas são responsáveis por 23% de toda exportação do setor.

Mercados estratégicos

A equipe de inteligência comercial da Apex-Brasil definiu onze países-alvo para produtos têxteis brasileiros: Alemanha; Argentina; Austrália; China; Colômbia; Coréia do Sul; México, Peru; Polônia; Turquia; e Venezuela. Além desses países, mais 27 mercados são prioritários para alguns segmentos: Hong Kong e Bélgica, Holanda e Luxemburgo (têxtil e vestuário); Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, EUA, França, Grécia, Itália, Japão, Noruega, Reino Unido, Rússia, Panamá, República Dominicana e El Salvador (vestuário e cama, mesa e banho); Egito e Taiwan (têxtil); Canadá e Malásia (cama, mesa e banho); e Angola, Bélgica, Costa Rica, Espanha, Portugal, Finlândia, Suécia e Dinamarca (vestuário).

A cadeia têxtil brasileira representa hoje 17,2% do Produto Interno Bruto da indústria de transformação do país.